Ruminantes de Casco Fendido (Animais Terrestres Limpos)
São permitidos para consumo todos os animais terrestres que dividem o casco (unha fendida) e que ruminam, tais como o boi, a vaca, o carneiro, a ovelha, a cabra, o bode e o veado.
Orientações simplificadas, mandamentos, permissões, proibições e punições catalogadas na Bíblia Sagrada com suas respectivas referências literais.
Leis dietéticas do Antigo Testamento (animais limpos vs. impuros), proibições severas de sangue e gordura, e a transição da liberdade no Novo Testamento.
São permitidos para consumo todos os animais terrestres que dividem o casco (unha fendida) e que ruminam, tais como o boi, a vaca, o carneiro, a ovelha, a cabra, o bode e o veado.
Todo animal aquático que vive em rios, lagos ou mares e que possui simultaneamente barbatanas e escamas pode ser consumido livremente.
A dieta original da criação inclui toda vegetação que dá semente e toda árvore com fruto. No reino das aves, todas as espécies que não são carnívoras ou carniceiras são declaradas limpas.
Entre os insetos alados, é permitido comer os que têm pernas articuladas acima dos pés para saltar sobre a terra: o gafanhoto comum, a lagarta de gafanhoto e o grilo.
O porco é expressamente proibido para consumo e considerado impuro, porque tem o casco fendido, mas não rumina. Sua carne não pode ser comida e nem sua carcaça tocada.
Tudo o que vive nas águas que não possui simultaneamente barbatanas e escamas — como camarão, caranguejo, lagosta, polvo, lula, mariscos e ostras — é considerado abominação para a alimentação.
Animais que ruminam mas não dividem o casco (como o camelo e a lebre), ou que apoiam a pata sem casco fendido, são estritamente proibidos.
É abominável comer aves de rapina e carniceiras: águia, abutre, falcão, corvo, avestruz, coruja, gavião, cegonha, garça e o morcego.
Decreto perpétuo em todas as gerações: é terminantemente proibido ingerir o sangue de qualquer animal ou ave, pois a vida está no sangue; quem comer sangue deve ser extirpado do seu povo.
É proibido comer a gordura de boi, de carneiro ou de cabra oferecida nos sacrifícios; pertence exclusivamente ao altar perante o Senhor.
Não se deve comer a carne de nenhum animal que tenha morrido naturalmente ou que tenha sido estraçalhado no campo por feras silvestres.
Preceito enfático repetido na Torá que veda cozinhar o cabrito no leite da sua própria mãe, base histórica para a separação entre carnes e laticínios.
Além de não comer, a Lei estipula que quem tocar no cadáver de qualquer animal imundo (como o porco ou animais que andam sobre quatro patas apoiando a planta dos pés) ficará impuro até a tarde.
Durante os sete dias solenes da Páscoa, nenhum fermento deve ser encontrado nas casas e qualquer pessoa que comer pão levedado será banida e cortada da congregação.
A carne do sacrifício de comunhão deve ser comida no dia em que for oferecida ou no dia seguinte; o que sobrar até o terceiro dia é abominação e deve ser queimado no fogo.
Quem comer a carne de um sacrifício pacífico pertencente ao Senhor enquanto estiver ritualmente impuro será sumariamente eliminado do seu povo.
No Novo Testamento, Jesus ensina que o que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai do coração, declarando limpos todos os alimentos. O apóstolo Paulo estabelece que a comida não nos aproxima de Deus e que tudo deve ser comido com ações de graças, zelando apenas para não escandalizar o irmão mais fraco na fé.