Adultério (Relação com Cônjuge Alheio)
Violação frontal do 7º mandamento do Decálogo. O adultério quebra a aliança sagrada do casamento e era punido com a morte de ambos os envolvidos sob a Lei mosaica.
Orientações simplificadas, mandamentos, permissões, proibições e punições catalogadas na Bíblia Sagrada com suas respectivas referências literais.
Orientações bíblicas para a vida sexual, santidade conjugal, fidelidade recíproca e todas as uniões e práticas expressamente proibidas na Bíblia.
Violação frontal do 7º mandamento do Decálogo. O adultério quebra a aliança sagrada do casamento e era punido com a morte de ambos os envolvidos sob a Lei mosaica.
A Bíblia apresenta perspectivas contrastantes sobre o divórcio: a Lei mosaica permitia ao marido dar carta de divórcio à mulher por qualquer "coisa indecente" (Dt 24:1-4) e os judeus no pós-exílio foram obrigados a divorciar suas esposas estrangeiras (Ed 10:2-11). Por outro lado, o profeta Malaquias declara: "Eu odeio o divórcio, diz o Senhor" (Ml 2:16). No Novo Testamento, Jesus proíbe o divórcio categórico ("o que Deus uniu, o homem não separe"), abrindo exceção apenas para casos de infidelidade/imoralidade sexual (Mt 5:32; 19:9) ou na proibição absoluta sem exceções em Marcos 10:11-12 e Lucas 16:18. Paulo admite a separação pacífica se o cônjuge descrente optar por partir (1 Co 7:15).
Fuga terminante da imoralidade sexual: quem fornica peca contra o próprio corpo, que é templo do Espírito Santo. É proibido dedicar filhos à prostituição cultual ou comum.
Proibição absoluta de manter relações sexuais com qualquer parente consanguíneo ou afim próximo: mãe, pai, irmã, meia-irmã, nora, sogra, mulher do pai, tia e cunhada.
Se um homem tomar uma mulher e a mãe dela por esposas, comete perversão inominável; os três deverão ser queimados vivos no fogo para que não haja infâmia.
A Bíblia classifica a relação sexual entre dois homens como abominação moral na Lei levítica e como torpeza que desonra a natureza criada nas epístolas paulinas.
Interdição irrestrita de deitar-se com qualquer animal. O ato é chamado de perversão e contaminação, acarretando a morte tanto do ser humano quanto do animal.
É proibido aproximar-se de uma mulher durante a sua impureza periódica menstrual para ter relações sexuais.
O relato de Onã condena derramar o sêmen na terra intencionalmente para evitar a fecundação e a perpetuação da descendência legal.